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Por Fred Salim - Delegado Regional de Pernambuco do Conselho Brasileiro da Dança (CID - UNESCO), membro do Conséil International de La Dance (CID-UNESCO), coordenador-geral e idealizador e produtor do Pernambuco em Dança, técnico em Artes Cênicas com Especialização em Dança da Fundação de Cultura da Prefeitura do Recife.
Há muitos anos, eu vivo e respiro dança. Isso porque eu sei a magia que ela causa nas pessoas. O Dia Internacional da Dança, que é comemorado no dia 29 de abril, sempre contou com homenagens por todo o mundo. Como delegado regional do Conselho Brasileiro da Dança (CID-UNESCO), senti a necessidade de trazer homenagens relevantes para o Estado. Por este motivo, em 2001, começamos a lembrar essa data tão significativa. Ao passar dos anos, surgiu o Pernambuco em Dança com o objetivo de reunir todas as modalidades da dança por meio dos grupos profissionais e amadores, além dos trabalhos realizados em escolas, academias, ONGs, pontos de cultura e, pela primeira vez no Festival, grupos folclóricos em um só espetáculo, mostrando o que existe de melhor na dança do nosso Estado.
Nesses doze anos de evento, muitos bons amigos e colaboradores fizeram com que o Festival se tornasse o sucesso que é hoje e, por isso, os meus agradecimentos primeiro a Deus e depois a essas figuras importantíssimas. Fico bastante emocionado em perceber que o Pernambuco em Dança tem ajudado diversos bailarinos a mostrar seus talentos. Talentos esses que precisam do nosso incentivo, pois não há nada mais belo que ver os passos e as coreografias de um profissional dessa área. Neste ano, decidimos homenagear o grande André Madureira pela sua contribuição na dança de Pernambuco e também o Balé Popular do Recife, que foi criado por ele no ano de 1977 e acabou se tornando o cartão postal do Recife. Faremos também uma homenagem especial à Mãe Fátima de Oxum, que sempre nos motivou a continuar realizando o Festival.
